domingo, 19 de março de 2023

Tecnologias educacionais na prática Docente



O que é uma escola conectada? 

É aquela que possui uma visão estratégica e planejada para a incorporação de tecnologia em seu currículo e prática pedagógica, conta com equipe capacitada para o uso de tecnologia, utiliza recursos digitais e dispõe de equipamentos e conectividade adequadas. 

Quando mediadas pela tecnologia, essas práticas são capazes de tirar o estudante do lugar de receptor passivo por meio de ferramentas que o apoiam na construção do conhecimento. Além disso, estimulam o desenvolvimento das competências digitais, transformando a prática docente dos professores. 

No video você vai conhecer quatro dimensões necessárias para a implementação das tecnologias digitais nas instituições de ensino: visão, formação, infraestrutura e recursos educacionais digitais.

E também seis  modelos de Práticas Pedagógicas Inovadoras Mediadas por Tecnologia







quarta-feira, 3 de julho de 2013

Cefet-RJ abre inscrições para a seleção de Professores Formadores

Podem participar professores de Língua Portuguesa e Matemática das séries finais do Ensino Fundamental


O Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Secretaria de Estado de Educação (Seeduc), abriu inscrições para a seleção de tutores do Programa Gestar II.

Trata-se de um programa de formação continuada para professores de Língua Portuguesa e Matemática das séries finais do Ensino Fundamental, objetivando formação de Professores Formadores-tutores através da melhoria do processo de ensino-aprendizagem desses profissionais no próprio local de trabalho.

O Professor Formador-tutor será responsável pela formação de outros professores, atuando e contribuindo para o desenvolvimento de uma rede de aprendizagem, aproximando a escola básica e a universidade, com o objetivo de valorizar o trabalho docente.

A Formação prevê a concessão de bolsas que serão pagas pelo Ministério da Educação. As atividades deverão ser desempenhadas em carga horária livre do docente.

As atividades curriculares iniciarão no dia 12 de Agosto. Os interessados devem se inscrever até o dia 07 de Julho de 2013, através do site.

Mais informações publicadas acesse o site aqui.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Abertas as inscrições para o Programa Jovens Embaixadores 2014.

Informamos que estão abertas as inscrições para o Programa Jovens Embaixadores 2014.
O Programa Jovens Embaixadores busca beneficiar alunos brasileiros da rede pública de ensino que são exemplos em suas comunidades por meio de sua liderança, atitude positiva, consciência cidadã, excelência acadêmica, e conhecimento da língua inglesa. Os vencedores das 35 bolsas viajam em janeiro para um programa de três semanas nos Estados Unidos. A experiência de ser um Jovem Embaixador é única e oferece aos alunos a oportunidade de expandirem seus horizontes ao mesmo tempo em que nos ajudam a fortalecer os laços de amizade, respeito e colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos.
Pré-requisitos:
• Ter entre 15 e 18 anos (candidatos não poderão ter mais que 18 ou menos que 15 anos no dia 7 de janeiro de 2014).
• Jamais ter viajado para os Estados Unidos.
• Ter boa fluência oral e escrita em inglês.
• Ser aluno do ensino médio na rede pública.
• Pertencer à camada sócio-econômica menos favorecida.
• Ter excelente desempenho escolar.
• Ter perfil de liderança e iniciativa.
• Ser comunicativo.
• Possuir boa relação em casa, na escola e na comunidade.
• Estar engajado, por pelo menos 1 ano , em atividades de responsabilidade social/voluntariado.
Como se inscrever:
• Acessar o link de inscrição do programa Jovens Embaixadores via Facebook para preencher o formulário disponível em http://www.jovensembaixadores.org/2014/
• Ser aprovado na primeira fase de seleção, identificar a instituição parceira mais próxima de sua residência e encaminhar o questionário preliminar devidamente preenchido juntamente com a documentação solicitada.


Mais informações em:  http://oficinadeingles.wordpress.com/2013/06/17/1721/

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Pós Graduação a Distância


Olá pessoal!
Estou aqui para divulgar o novo Processo seletivo, veja:
 Pós Graduação à distância Pela UFF – Universidade Federal Fluminense:

  • NTEM – Novas Tecnologias no Ensino da Matemática 
  • PIGEAD – Planejamento, Implementação e Gestão de Ensino a Distância 

 
Os detalhes da nova seleção estão neste site: http://www.lante.uff.br/sitenovo/index.php/pos-graduacao/processo-seletivo-2013

sábado, 6 de abril de 2013

Oportunidade para professores de português

Candidatos terão um mês para se inscrever em mestrado a distância de letras

Saiu edital do Profletras. Inscrições começam em 22 de abril. Veja a relação das instituições que abriram 829 vagas
02/04/2013
Da revista Ache Seu Curso

 A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que coordenará o primeiro mestrado profissionalizante a distância de letras, lançou o edital para as inscrições no curso. Os interessados terão de 22 de abril a 20 de maio para se inscreverem. As provas acontecerão em 16 de junho.
Segundo o edital, para concorrer é necessário ter licenciatura em letras com habilitação em português, e ser professor da rede pública do ensino básico (1º ao 9º ano), pertencente ao quadro permanente de funcionários. Serão disponibilizadas 829 vagas em 37 instituições de ensino federais e estaduais em todo o país....

Disponível em: http://www.acheseucurso.com.br/saiu-edital-do-mestrado-a-distancia-de-letras.aspx
 

domingo, 14 de outubro de 2012

Qual poema de Drummond você é?


Faça o teste:
Qual poema de Drummond você é?





Responda ao teste supervisionado pelo professor doutor Ronaldo de Oliveira Batista, coordenador do Curso de Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e veja com qual poema de Drummond você mais se parece.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Meu professor de literatura

Claudia Lage
Às vezes, eu costumava matar aula no colégio para ir ao cinema, outras vezes, vejam só, para ir à biblioteca da escola mesmo. Foi estranho quando, um dia, o meu professor de literatura da época me encontrou numa dessas vezes entre as estantes, procurando um livro. Naquela hora, na minha turma, era a aula dele. Por algum motivo, ele precisou deixar a sala e ir à biblioteca rapidamente. Teve um espanto ao me ver ali. Não sei se por que eu matava a sua aula, ou por que fazia isso na biblioteca, com um livro nas mãos. Ele me olhava e olhava o livro. Ia e voltava com os olhos, perplexo. Eu não soube, por um instante, se devia justificar a minha ausência na sala ou o fato de ter escolhido um lugar cheio de livros para faltar à aula de literatura. Quando enfim comecei a gaguejar alguma coisa, ele se afastou, transtornado, e saiu, mas não antes de olhar mais uma vez o livro que eu tinha nas mãos, com evidente ressentimento.
Eu havia cometido algum delito grave para aquele professor. O fundo em meu estômago dizia isso. Não podia ser só a aula. Outros alunos também a matavam de vez em quando, e ele depois lhes chamava à atenção com uma seriedade divertida e irônica. Nada de perplexidades constrangidas. Olhares graves e ressentidos. Aquela reação perturbadora ele havia reservado apenas para mim. Mas, tampouco, devia ser a biblioteca, ou era? O livro suava em minhas mãos, assumindo talvez a culpa. Levei-o para casa, apertando-o em meu peito. Éramos cúmplices, nós dois, de um ato horrível e misterioso contra o professor. Naquela noite, tive pesadelos. Os olhos do professor tomavam inteiramente o seu rosto, e me enfrentavam indignados e ofendidos.
Na aula seguinte, tentei me comportar da melhor maneira possível. Não passei o tempo olhando para a janela, como costumava fazer, em busca de um horizonte qualquer. Nem me distraí com rabiscos, desenhos e frases inúteis no caderno. Fixava o professor com atenção exagerada, tentando absorver e compreender tudo o que ele dizia sobre o estilo de época Arcadismo, anotando bucolismo e pastoralismo com caligrafia exemplar, e assentindo com a cabeça toda a vez que seus olhos passavam por mim e não me viam. Ao contrário do meu pesadelo, o professor não me olhava mais. Era dessa forma retraída que ele lidava com o ressentimento. Eu, por outro lado, assumia todas as culpas na medida em que ele silenciosamente me acusava. No corredor, evitava cruzar comigo, e se me via no pátio lendo um livro, como eu gostava de fazer, mudava de direção como se estivesse diante de um obstáculo intransponível. Era sempre à noite, na escuridão da insônia, que eu ruminava as atitudes do professor e repassava a matéria. Romantismo: nacionalismo, exaltação do eu. Realismo: racionalismo, crítica social. Não sei por que, naquele dia, eu achei que ele tremera um pouco durante a aula, a voz rasgando a garganta, ao dizer, crítica social.
Semanas depois, eu percebi: o professor não fazia mais a barba, engordava, e, como se não tivesse mais nada a fazer, envelhecia. Se antes não era alegre nem triste, agora não era, simplesmente. Entrava na sala de aula resignado, dizia algumas coisas, escrevia outras, para depois desaparecer. A sua apatia era tão grande que um dia ele deve ter se esquecido de que sua presença era aguardada e realmente desapareceu. “Viajou”, explicou a diretora, como se o fato de alguém ir de um lugar para o outro explicasse tudo. E assim os anos se passaram sem notícias do professor.
Nos encontramos anos depois, por acaso, numa livraria. Eu a frequentava sempre, e não sabia que, desde que entrei pela primeira vez ali, era observada pelo professor. Já sentia o livro suando em minhas mãos, quando ele me cumprimentou, perguntando se eu era eu, a sua aluna. Sim, confirmei. Ele me olhava e olhava o livro, como nosso constrangido encontro na biblioteca da escola. De repente, me abraçou, com uma gratidão que eu não pude entender. Mas, em seguida, o professor foi de uma claridade imprevista, de fechar os olhos. Uma de suas alegrias era me ver ali em sua livraria, ele disse. E sorriu, confirmando, sim, sou livreiro. E pegando um livro, levou-o ao peito. A capa sobre o coração, enquanto ele confirmava a satisfação de ver que eu continuava a gostar de ler, apesar de suas aulas. Aquele dia na biblioteca ressurgiu então entre nós. Me ver matar a aula de literatura para ler foi a gota d’água para o professor. Havia passado a noite anterior preparando uma aula de literatura, elencando, não poetas e escritores, seus textos e suas poesias, mas características, datas e nomes que os alunos não podiam deixar de saber, porque ia cair na prova, porque estava no currículo do semestre. Às vezes, conseguia uma aula ou outra para os textos, mas era pouco, muito pouco. Até me ver na biblioteca, o professor me julgava uma aluna desinteressada e desinteressante, daquelas que não se avista o futuro. Não me imaginava abrindo um livro, como podia supor que eu era uma leitora? Mas eu era, e, para ele, havia sido como um marido, que sempre considerara a esposa frígida, descobrir que ela tem um amante. Eu, que já tinha idade e altura para sorrir dessa imagem, sorri, profundamente feliz. O professor abraçava o livro, apaixonado. Contou que um dia, se levantou da cama, se arrumou para ir trabalhar, saiu de casa, mas, em vez de ir à escola, foi para uma livraria. No dia seguinte, pediu demissão. Juntou dinheiro, conseguiu um empréstimo e abriu uma pequena livraria, que se expandira em outras. “Eu queria estar perto dos livros”, explicou. “Antes, eu achava que podia ser professor de literatura impunemente”, disse. O professor entrara na escola cheio de esperanças de mudar o modo em que é feito o ensino da literatura, de driblar, dia a dia, o sistema. Mas foi ao contrário, era o sistema que estava, pouco a pouco, mudando o professor, encurralando-o numa sala escura. “Até te ver na biblioteca, eu não tinha a real consciência da dimensão do que eu fazia. A cada aula, eu matava um livro. A cada aula, um leitor morria.”
A escritora Claudia Lage é formada em literatura e dedicou muito tempo ao teatro. Autora, entre outros, do romance Mundos de Eufrásia.
Texto publicado no jornal Rascunho, em março de 2011. Disponível em http://rascunho.gazetadopovo.com.br/o-meu-professor-de-literatura.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Cursos Técnicos a Distância - IFRJ

Oportunidade!!..





Inscrições Abertas o dia 19 de outubro de 2012 e deverão ser efetuadas, exclusivamente via Internet! Aproveitem!
Edital no site: http://www.ifrj.edu.br/
Link direto ao edital: http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/3612

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O blog como ferramenta educacional



Esse foi meu trabalho do curso FCTEWeb   Módulo 1

Disponível em:  https://docs.google.com/document/d/1bsvtOQCMTNB-mgracuQCFFvTjjvN0n0azXnlJ11wkuk/edit



Utilização do blog como ferramenta educacional nas aulas de Língua estrangeira
1)      Descreva sua atividade educacional definindo:

·         Tema central da atividade educacional
Utilização do blog como ferramenta colaborativa

·         Objetivos de aprendizagem:
    Promover o ensino-aprendizagem de forma colaborativa
    Utilizar as mídias
    Produzir a interação entre os alunos

·         Segmento de ensino:
Ensino Médio

·         Ferramentas web 2.0 que serão utilizadas:
Blog,  webquest

·         Metodologia de aplicação:
    1º passo:
    A turma será dividida em grupos de quatro componentes, cada grupo criará um blog pessoal e compartilhará o endereço com os demais. Devem fazer um texto de boas-vindas e comentar nos blogs dos colegas.

    2º passo:
    Como primeira tarefa realizar a webquest “ Os Mochileiros “ e postar o resultado da pesquisa no blog do grupo para que os outros comentem.
    Disponível em:    http://lidgb.vilabol.uol.com.br/#INTRODU%C3%87%C3%83O   
   
·         Forma de avaliação:
    As atividades postadas serão avaliadas no decorrer do bimestre de acordo com as propostas da webquest.

·         Cronograma:
As atividades serão realizadas durante o 1º bimestre de 2013.

·         Material de apoio: referências bibliográficas, sites da internet, etc.
    Vídeos
Como criar um blog

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

3º Seminário de Educação e Tecnologia

O 3º Seminário de Educação e Tecnologia tem como objetivo promover momentos de formação, estudo e aprendizagem através de práticas tecnológicas e pedagógicas, visando aprimorar o trabalho desenvolvido em sala de aula com a utilização dos classmates. Ao reunir renomados pesquisadores no âmbito da Tecnologia Educacional, o evento pretende apontar as novas tendências para a Educação, que hoje tem como desafio principal atender as expectativas dos nossos alunos, ampliando atividades, disponibilizando reforços da aprendizagem através do atendimento em horário integral, em busca da Educação Integral.
Clique aqui e conheça a programação. Faça sua inscrição.

terça-feira, 10 de julho de 2012

As Mídias nas aulas de Língua Inglesa

Uma vitória!!!  :)

Relato de experiência publicado na Revista Tecnologias na Educação.

http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/?page_id=325
Revista Tecnologias na Educação

Agradeço, principalmente aos meus alunos pela dedicação e empenho.

Teacher  Lidiane  Barbosa

segunda-feira, 25 de junho de 2012

... e os modernos tempos...

Vendo TV no sábado de manhã

Alexandre Amorim
Sábado, dez horas da manhã. Tempo meio chuvoso. O pai está com o filho, os dois sentados no sofá, tomando um suco de laranja e vendo TV. O filho já tem 10 anos, mas ainda gosta bastante de ver desenhos.
– Por que eles falam desse jeito tão diferente no desenho, filho?
– Diferente, como?
– A gente não fala assim: “Investigaremos o esconderijo do Green-Slime”.
– Como a gente fala?
– Fala assim: “A gente tem que achar onde o Melecão se esconde”. Ninguém usa “investigar” ou “esconderijo”, nem conjuga a primeira pessoa do plural enquanto conversa. E nem fala o nome todo da pessoa.
– Você às vezes me chama de João Ricardo.
– Só quando vou te dar bronca.
– Ah, é. “Slime” é melecão, em inglês?
– É quase. Aliás, por que todos os desenhos têm nome em inglês, hoje?
– Bob Esponja não tem. E todos eles são americanos, por isso os nomes são em inglês.
– Mas podiam traduzir, né?
– Assim sem tradução é bom, a gente aprende inglês mais rápido.
– E quem não quer aprender inglês?
– Vai viver na Lua. Ou na China.
– Ou em Cuba, né, meu filhinho capitalista?
– Que que é isso?
– Nada. Aqui no Brasil fazem coisas muito boas pra crianças.
– Lá vem você falar do Sítio do Picapau Amarelo, de novo.
– É a melhor obra infantil do mundo!
– Você já leu todas?
– Deixa de ser bobo. Isso é modo de falar.
– Bobo é você, que não gosta de americano, nem quer me levar pra Disney.
– Tem muito lugar no Brasil melhor do que a Disney.
– E nesses lugares tem o Epcot? Tem o Mickey?
– Nesses lugares tem rios, praias, tamanduá-bandeira, onça, lobo-guará...
– É, deve ser legal. Vamos, nas férias?
– Claro!
– E aí, nas outras férias, vamos pra Disney?
– É longe, filho.
– Tem avião, pai. Você tem medo?
– Um pouquinho.
– Então posso ir com o Gabriel? Ele vai com o pai dele.
– Vamos ver, vamos ver.
– Vamos ver, na sua língua, quer dizer: “não”.
– Filho, não tem desenho melhor passando em outro canal, não?
– Ah, não muda, não! Esse é o desenho que eu mais gosto.
– Antigamente tinha Papa-Léguas, Corrida Maluca...
– É, devia ser ótimo. Por que você não gravou?
– Não tinha videocassete.
– O que é videocassete?
– Não tinha como gravar, João.
– Como assim?
– Só tinha TV, não tinha DVD, pendrive, internet, celular, iPad.
– O mundo era em preto e branco...
– Deixa de gracinha. Era muito melhor naquela época.
– Eu acho hoje melhor.
– Você não pode saber, você não viveu naquela época.
– E você não é criança, hoje.
– Aproveita, filho. Depois dá uma saudade danada. Muda tudo, a gente não consegue mais entender direito as coisas que os filhos gostam.
– Mas a gente não precisa brigar por causa disso.
– OK, meu filho. Não discutiremos por isso.
– Você falou OK, de americano. E ainda usou esse “discutiremos” esquisito, aí. Parece personagem de desenho.
– João, vou te ensinar um negócio do meu tempo...
– O quê?
– Vai ver se eu tô lá na esquina.
– ?
Publicado em 19/06/2012

http://www.educacaopublica.rj.gov.br/index.htm

domingo, 24 de junho de 2012

Professor "blogueiro"


NOTICIA

Professor "blogueiro"

03/08/2007
Razões para criar um blog e usá-lo como aliado em sala de aula

Para ler clique aqui

terça-feira, 19 de junho de 2012

Por que utilizar o Blog na Educação?




Curso de Especialização em Planejamento, Implementação e Gestão da Educação a Distância
Módulo III – Ambientes Virtuais e Mídias de Comunicação
Pólo: Pirai
Número do grupo: 15
Aluno: Lidiane  Gonçalves  Barbosa
Tutor: Marisa Werneck Arenari
Tarefa: Semana 4



O Blog como ferramenta  educacional
Os Blogs são um espaço autoral que permitem publicação de conteúdos, que podem ser construídos cooperativamente, ou seja, os usuários podem criar narrativas, poemas, análise de obras literárias, dar opinião sobre atualidades, desenvolver relatórios de visitas e excursões de estudos, podem construir produtos, tais como desenhos, imagens e vídeos.

Objetivos de aprendizagem:
  • Publicar conteúdos e imagens;
  • Construir projetos coletivamente que envolvam a divulgação de opiniões do grupo e de outras pessoas;
  • Promover a interação entre os grupos e a aprendizagem colaborativa;

Objetos de aprendizagem:   vídeos, textos, comentários

Roteiro de atividades:
1.       Assistir aos vídeos
2.       Ler os textos 
3.       Construir um blog pessoal para relato de experiência
4.       Visitar o blog dos colegas e postar comentários


Videos:


A importância do Blog na educação


Onde criar seu blog gratuito:



Como criar um Blog


Referências:
—Vídeos
A importância do blog na educação
Como criar um blog

—Textos
 Aula 4a – Ferramentas da Web 2.0 e as Comunidades de Prática
Rosa Maria E. M. da Costa, Vânia Marins

Marinho,  Simão Pedro P (2007), Blog na educação e manual básico do blogger, em

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Ferramentas da Web 2.0




Construção Coletiva do Conhecimento
Web como plataforma de utilização
Web 2.0 = Atitude 
Serviços Gratuitos
Comunidades de Práticas
Abordagem sócio-interacionista